Doctoralia, plataforma líder que conecta pacientes e médicos, estará presente em um dos maiores eventos do segmento de saúde da América Latina, a feira Hospitalar, que acontece entre os dias 22 e 25 de maio, no Expo Center Norte, em São Paulo. No dia 25 de maio, o Dr. Frederic Llordachs, cofundador e sócio da Doctoralia, fará uma apresentação sobre “Consumerização da Saúde”, uma das temáticas principais do evento. O debate proposto por ele será sobre como a indústria de produtos e serviços de saúde pode oferecer soluções customizadas para fidelizar pessoas e facilitar o atendimento na saúde para todos. Continue lendo…


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As mamães de primeira viagem costumam ouvir muitas histórias sobre a gravidez e seus sintomas, por isso, a Doctoralia, plataforma líder que conecta pacientes e médicos, disponibiliza a seção “Pergunte ao especialista” que, de forma gratuita e anônima, permite a qualquer pessoa fazer perguntas sobre saúde que serão respondidas por médicos especialistas.  Continue lendo…


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Você sabe o que é um paciente digital ou um paciente 3.0? São pessoas antenadas em inovações tecnológicas e que buscam facilidades na hora de pesquisar sobre saúde, marcar, confirmar ou cancelar consultas médicas. Com o uso das plataformas de atendimento médico, a possibilidade de agradar esse público é cada vez mais uma realidade. Segundo uma pesquisa da Doctoralia, plataforma líder que conecta pacientes e médicos, quase 60% dos usuários são pessoas que se conectam através de smartphones, enquanto apenas um terço acessa a plataforma através do computador, seja para marcar consultas ou para fazer perguntas aos especialistas. Continue lendo…


Já pensou em tirar dúvidas sobre saúde de forma séria e prática pela internet? A Doctoralia, plataforma líder que conecta pacientes e médicos, tem como um dos principais serviços, a seção “Pergunte a um Especialista”, que de forma gratuita e anônima, permite a qualquer pessoa entrar na plataforma e fazer perguntas sobre saúde que serão respondidas por médicos especialistas. Continue lendo…


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Utilizar a internet para buscar informações de saúde e agendar consultas médicas está cada vez mais corriqueiro na vida da população brasileira. Diante desse comportamento, surge o conceito do paciente 3.0, aquele que busca informações sobre especialistas e serviços médicos, marca consultas por plataformas online e participa de discussões sobre saúde em redes sociais, fóruns e portais especializados. Esse cenário está gerando bons resultados para a Doctoralia, plataforma líder mundial que conecta pacientes e profissionais de saúde. A empresa, que opera em 18 países, está registrando crescimento acelerado da operação no Brasil, que já é maior que em outros mercados já consolidados na Europa. Continue lendo…


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Cada vez mais a era do paciente 3.0 é realidade. Entre mais de 1.000 entrevistados, 92% já recorreram à internet para esclarecer dúvidas e 25% tiraram suas dúvidas com médicos por esse meio. E qual é o principal motivo para terem procurado um médico? 37% afirmam que usaram esse meio para buscar informações após um diagnóstico, 27% para tratar assuntos urgentes e 22% quando se viram diante de problemas de saúde de crianças. É o que revela uma pesquisa realizada pela Doctoralia, plataforma líder mundial que conecta pacientes e profissionais de saúde. Continue lendo…


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Pesquisar por doenças na internet é muito comum, mas nem sempre é seguro. Assim, a Doctoralia, plataforma que conecta pacientes e profissionais de saúde, oferece um espaço para que as dúvidas médicas dos pacientes sejam respondidas por profissionais de diversas especialidades. Neste contexto, a ferramenta revela um ranking* de buscas em todo o Brasil, que mostra doenças como a depressão e a obesidade entre as mais procuradas. Não só para tratamento, como também para tirar dúvidas diversas sobre sintomas, terapias e melhorias de qualidade de vida.  Continue lendo…


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A diabetes é uma das “doenças modernas” que tem gerado grande preocupação das autoridades médicas no mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que em 2030, a diabetes se tornará a sétima maior causa de morte no mundo, caso a situação atual não seja revertida. Entre 2006 e 2016, o número de diabéticos cresceu 61,8%. Atualmente há mais de 425 milhões de pessoas vivendo com a doença no mundo, segundo a Federação Internacional de Diabetes. Continue lendo…


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Com a confirmação de mais mortes de macacos em Itapecerica da Serra, a Prefeitura de São Paulo decidiu fechar mais parques, segundo informações da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente. No total, serão 25 parques fechados, localizados nas zonas Sul e Oeste da cidade, incluindo os distritos próximos a Itapecerica da Serra. Milhares de pessoas já foram vacinadas e agora a vacinação deve ser intensificada nas regiões sul, norte e oeste da cidade.

Marcus Vinicius Gimenes, médico e CEO do Consulta do Bem, e Carlos Ballarati, especializado em patologia clínica e sócio-fundador do Consulta do Bem, explicam tudo o que é necessário saber sobre a doença, desvendando alguns mitos e compartilhando dicas sobre prevenção. É importante ressaltar que não foram identificados casos de febre amarela em humanos na cidade de São Paulo.

Confira a seguir 7 respostas às principais dúvidas sobre febre amarela:

1) Existe mais de uma Febre Amarela?

Sim, existe a febre amarela silvestre e a febre amarela urbana, sendo que a única diferença entre as duas são os mosquitos transmissores da doença. O vírus continua sendo o mesmo, por isso ambas apresentam os mesmos sintomas e a mesma evolução da doença.

A febre amarela silvestre é transmitida pelos mosquitos Haemagogus e Sabethes, que estão presentes nas matas e na beira dos rios. Já a febre amarela urbana é transmitida pelo famoso mosquito, o Aedes aegypti, que é também responsável pela transmissão da Dengue, Zika e Chikungunya. Mas vale esclarecer que esse tipo da doença não existe no Brasil desde 1942.

2) Macacos infectados com Febre Amarela transmitem a doença aos humanos?

A doença é transmitida apenas pela picada do mosquito que carrega o vírus, por isso não há necessidade de exterminar os macacos doentes, que também são vítimas. Para os paulistanos, a confirmação da febre amarela nos macacos do parque funcionou como um alerta para antecipar a prevenção da doença antes que chegasse à cidade.

3) Pessoas doentes podem transmitir o vírus da Febre Amarela?

Não. A única forma de transmitir a doença é pela picada do mosquito que carrega o vírus.

4) Todos os paulistanos devem tomar a vacina da Febre Amarela?

Como os mosquitos Haemagogus e Sabethes, responsáveis pela transmissão da febre amarela silvestre, só conseguem voar por até 500 metros de distância, não é possível eles chegarem muito longe. É por isso que só quem mora na zona norte de São Paulo e nas proximidades deve, obrigatoriamente, receber a vacina, caso um destes mosquitos contaminados saia da área do parque.

5) Como prevenir a Febre Amarela?

A melhor opção preventiva contra a doença continua sendo a vacina, que é indicada para bebês com mais de 9 meses e adultos de até 60 anos. O mais recomendado às crianças é tomar a primeira dose da vacina aos 9 meses e um reforço aos 4 anos de idade. Já no caso de adultos, é necessário tomar duas doses com um intervalo de 10 anos. As duas doses são suficientes para imunizar o organismo. Já os bebês com menos de 9 meses, as gestantes, as lactantes, as pessoas com mais de 60 anos e aqueles que possuem HIV ou doenças autoimunes devem receber indicação médica para a vacina. Vale ressaltar que os especialistas indicam um prazo de 10 dias até a vacina ter efeito.

Outras formas de prevenção são o uso de repelentes e também evitar deixar em casa lixo ou recipientes que possam acumular água. Mas é importante dizer que quem já teve a doença, fica imune para o resto da vida.

“A prevenção é sempre o melhor caminho. No caso da febre amarela, a vacinação das pessoas que moram nas proximidades da zona norte de São Paulo cria um ‘cinturão’ de proteção contra o avanço da doença na cidade”, explica Gimenes.

6) Como ter certeza do diagnóstico?

Como os sintomas da febre amarela se assemelham muito com uma gripe comum – febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, vômitos e, às vezes, diarreia – é necessário estar atento e procurar um médico logo no primeiro sinal de mal-estar, principalmente os moradores das regiões Norte, Sul e Oeste, incluindo os distritos próximos a Itapecerica da Serra. Depois de 24h até 48h, as pessoas podem começar a melhorar naturalmente ou a doença pode evoluir para formas mais graves, afetando os rins e o fígado. É apenas nessa fase que o sintoma mais conhecido da doença, a icterícia (também conhecida pelo “amarelão” dos olhos), aparece.

7) Como funciona o tratamento da doença?

O tratamento para a febre amarela é sintomático, ou seja, ele ajuda a aliviar os sintomas da doença. Porém a principal preocupação é sempre manter a pessoa hidratada para que os rins e o fígado não entrem em falência.

Sobre o Consulta do Bem:

O Consulta do Bem é uma empresa de tecnologia inovadora. Através da assinatura, é capaz de solucionar – de maneira rápida, eficiente e digital – os problemas de saúde das pessoas, empresas e seus funcionários. Oferece uma ampla rede de serviços particulares de saúde, pagos por uso, e a preços econômicos. A plataforma reúne clínicas e doutores das mais diversas especialidades e permite o agendamento de consultas, exames, vacinas, entre outros serviços. Fundada em 2015, em dois anos já conta com mais de 2 mil clínicas, quase 30 laboratórios e cerca de 10 hospitais cadastrados e em expansão diária. Mais informações em www.consultadobem.com.br. Disponível também para iOS e Android.

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Sing Comunicação de Resultados


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A saúde pública no Brasil tem vivido uma grande crise. A falta de verba tem impactado negativamente a população que utiliza esse serviço, gerando falta de profissionais, de medicamentos e até da manutenção necessária nos equipamentos. Como exemplo, o Hospital Universitário da USP, em São Paulo, foi obrigado a fechar o pronto-socorro infantil em novembro de 2017. Já o renomado Hospital Santa Marcelina, em Itaquera, teve o PS interditado pela Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo por conta da superlotação.

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