Por Vitor Clemon*

O empreendedorismo criativo digital está conquistando espaço no Brasil. O país ganhou um grande número de jovens empreendedores que, auxiliados pelas novas tecnologias e redes sociais, crescem significativamente e dão uma nova cara à economia brasileira, abrindo novas oportunidades de negócios e mudando os conceitos tradicionais do âmbito digital.

Segundo pesquisa realizada pelo Global Entrepreneurship Monitor, em 2008, o Brasil ocupa a 13ª posição no ranking mundial de empreendedorismo, ou seja, em média 34 a cada 100 brasileiros empreendem no país. O que acontece, é uma continuação de uma tendência americana e europeia, onde cada vez mais os jovens conseguem pensar fora da caixa, criar produtos e serviços extremamente inovadores e focados nas oportunidades do ambiente online, chamando atenção de fundos e investidores individuais.

Criatividade e vontade de empreender não bastam. Um dos principais desafios para os jovens que decidem investir em seu próprio negócio no meio digital é a falta de experiência para técnicas de gestão. Uma boa ideia é a parte mais fácil de um negócio e ajuda a cortar caminhos. Mas o diferencial está na elaboração e execução do business plan, porque sem ele, essa ótima ideia não tem valor algum.

Para conquistar o mercado digital e a confiança dos stakeholders precisamos de um time coeso, do envolvimento de pessoas com baixa aversão ao risco, de conhecimento sobre o público alvo do negócio e da exploração de boa parte das metodologias para validação de ideias. Além disso, sem a ajuda de um fundo ou algo do tipo, é necessário correr atrás de técnicas de gestão ou desenvolver suas próprias técnicas para sobreviver a todas as variáveis que influenciam o seu negócio.

Apesar do prognóstico negativo para o consumo, o meio digital brasileiro cresce com taxas mais acentuadas do que a média dos demais países. Enquanto setores como serviços e construção civil estão retraindo, um relatório da WebShopper referente a 2014 mostrou um aumento de 24% nas vendas online no período. Também é possível ver um aumento de 9,7% nas compras mobile, devido ao crescimento nas vendas de smartphones e tablets que vão continuar crescendo em 2015.

Portanto, este é um movimento que está em plena ascensão e que deve se manter por um bom tempo, independente de oscilações econômicas e de outros movimentos que possam surgir. Entre as tendências desse ano está a busca por novas ideias de marcas, produtos e serviços com diferenciais para esse mercado e para novos dispositivos “wearable” que estão chegando, como por exemplo, o Apple Watch.

*Vitor Clemon, 30 anos, é CEO da Publici|W, holding de jovens empreendedores com excelente background de formação que resolveram montar empresas inovadoras no mundo digital. Estudou administração de empresas na FGV. Com 12 anos de experiência em digital marketing focado em vendas, tem passagens pela MegaUpload, Grupo RBS Digital e Match.com.

 

Sobre a Publici/W:

A Publici/W é uma holding de jovens empreendedores com excelente background de formação que resolveram montar empresas inovadoras no mundo digital. Os primeiros produtos comerciais foram publicadores de conteúdo, como o TheBetterDeals, que avisa os consumidores das melhores ofertas no e-commerce em tempo real. Em um segundo momento surgiu a Indexa Network, uma adnetwork, que faz a ponte entre anunciantes e publicadores de conteúdo, com a máxima eficiência em todas as plataformas digitais, incluindo mobile. Em apenas um ano de operação os produtos da Publici/W geraram R$ 150 milhões em vendas para os clientes. Recentemente a empresa lançou ainda o Publique-me, que é a extensão para navegadores, que uma vez utilizada pelos blogueiros faz com que a cada nova publicação apareça um mini pop-up na tela do computador para que seus fãs sejam alertados. Saiba mais em www.publiciw.com.br.

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