Segundo a A2F (www.a2f.com.br), empresa especializada em soluções críticas de TI, alguns setores, como finanças e telecomunicações, continuam investindo expressivamente em TI mesmo diante do cenário de instabilidade econômica. No primeiro trimestre desse ano, a demanda por serviços de tecnologia dessas verticais cresceu 30% e 25%, respectivamente. Isso porque são segmentos que mantém os investimentos em infraestrutura, já que acreditam nessa ação como alternativa para sair da recessão.

O setor financeiro em 2014 foi responsável por 18% do total de investimentos em TI do mercado brasileiro, segundo pesquisa da Febraban de Tecnologia Bancária, realizada anualmente pela Federação Brasileira de Bancos. Desse montante, 40% dos investimentos remetem à aquisição de hardware e 37% a despesas com software.

Com o setor de telecomunicações não é diferente, e em 2014, ano em que foi realizada a Copa do Mundo da FIFA no Brasil, os investimentos públicos e privados somaram R$ 1,6 bilhão em infraestrutura e mais R$ 171 milhões na fiscalização dos serviços prestados durante o evento, principalmente em internet móvel, segundo dados do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil). Entretanto, alguns projetos precisaram ser congelados para garantir o bom funcionamento durante o evento e estão sendo retomados este ano para entregar ainda mais infraestrutura nas Olímpiadas de 2016, evento que também será realizado no país, e isso garante as boas expectativas do setor para 2015.

Nesse contexto, a perspectiva do mercado de tecnologia continua otimista, apostando principalmente nos investimentos realizados por empresas desses segmentos. Embora a expectativa do mercado de TI tenha sido reduzida por consultorias do setor, como o Instituto Gartner, que prevê uma redução de 7% nos gastos em tecnologia da informação e reviu sua previsão inicial de estimativa de crescimento para o setor – antes era previsto que esse mercado atingisse US$ 116 bilhões e anteriormente a perspectiva era atingir US$ 125 bilhões em 2015.  O número continua sendo otimista diante do cenário atual, pois serão poucos os segmentos que continuarão crescendo diante do cenário econômico atual.

“As empresas do mercado financeiro estão mantendo o ritmo de expansão das melhorias de seus ambientes de TI porque já percebem claramente o retorno desse investimento obtido pela automatização de processos, pela garantia da segurança da informação, pelo correto armazenamento de dados e outras vantagens proporcionadas pela aposta em software e hardware mais modernos”, comenta Juliana Ferreira, sócia-diretora executiva da A2F. “Já o setor de telecomunicações reconhece a importância de manter o seu foco em trazer constantes melhorias na infraestrutura o que é essencial para o desenvolvimento do país”, completa a executiva.

Sobre a A2F

A A2F é uma empresa especializada em soluções críticas na área de Tecnologia da Informação (TI corporativa), com foco em projetos de desenvolvimento, integração de aplicativos, sistemas de gestão de dados, virtualização e serviços para data centers. Seu portfólio de produtos e serviços inclui centro de gerência, fábrica de software, move de data centers, consolidação, virtualização, backup, DRP (Disaster Recovery Plan), automatização de processos, controle de acessos e gerenciamento de identidades. Possui uma equipe de 84 colaboradores, sendo 70% certificados nas tecnologias Oracle, VMware e EMC², seus parceiros estratégicos. A A2F atende aos segmentos de saúde, seguradoras, engenharia e construção, automotivo, finanças, telecomunicações, entre outros. Entre os clientes que integram a carteira da A2F estão: Andrade Gutierrez, Ascenty, A1 Soluções, DASA, HQI Consultoria, Locaweb, Progen Engenharia, Scania, Seguros Unimed, SPC, Transbrasa e Unimed Santos. Possui escritórios em São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro. Mais informações: www.a2f.com.br

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