Como está a Saúde Mental no seu Ambiente de Trabalho?

Setembro é o mês dedicado à saúde mental — e nunca foi tão urgente falar sobre isso dentro das organizações. Saúde mental significa bem-estar, a capacidade de lidar com os estresses da rotina, desenvolver habilidades de forma saudável e produtiva e, principalmente, compreender como o ambiente de trabalho impacta diretamente a vida das pessoas. 

O Brasil está entre os países com maiores índices de afastamentos por ansiedade e síndrome de burnout. Segundo dados recentes da Organização Mundial da Saúde (2024), globalmente, 12 bilhões de dias de trabalho são perdidos todos os anos devido à depressão e à ansiedade — um impacto de US$ 1 trilhão por ano em perda de produtividade. Ou seja, a saúde mental deixou de ser apenas uma questão individual. Hoje, é um compromisso coletivo, que precisa ser priorizado pelas empresas. 

Representando a Sing Comunicação de Resultados, que está sempre atenta ao bem-estar da sua equipe, participei neste mês do curso Comunicação e Saúde Mental no Ambiente de Trabalho, ministrado pela Profa. Dra. Else Lemos e oferecido pela Aberje. Um dos principais aprendizados foi perceber como fatores muitas vezes invisíveis como medo, falta de reconhecimento, sobrecarga, ausência de autonomia, condições físicas inadequadas e culturas organizacionais tóxicas afetam diretamente o bem-estar. O medo, por exemplo, pode até mobilizar, mas também desgasta e gera insegurança. Já o reconhecimento, ao contrário, dá sentido ao trabalho e aumenta o engajamento. Esse equilíbrio é fundamental para sustentar a motivação ao longo do tempo. 

Um ponto de alerta é a síndrome de burnout, reconhecida pela OMS como fenômeno ocupacional. O Brasil já ocupa a 2ª posição mundial em afastamentos por essa condição. Burnout não aparece do dia para a noite: é o acúmulo de exaustão emocional, despersonalização e sensação de ineficácia. Em muitos casos, é consequência de ambientes que não acolhem, não reconhecem e não equilibram demandas com os recursos disponíveis. 

E qual o papel das empresas diante desse cenário? Essencial. Cabe a elas mapearem riscos psicossociais, ouvir suas equipes, ajustar processos e criar práticas de prevenção. Isso significa construir uma cultura de cuidado, estabelecer protocolos claros de comunicação, investir em bem-estar e combater qualquer forma de assédio ou discriminação. Esse tema, inclusive, já deixou de ser apenas uma boa prática para se tornar uma responsabilidade legal e estratégica. A legislação brasileira acompanha essa tendência: a NR-1 e a Lei 14.831/24 exigem que organizações façam mapeamento de riscos e adotem planos de ação relacionados à saúde mental. Mesmo antes de ser uma obrigatoriedade, a Sing Comunicação tem a preocupação em manter um ambiente de trabalho saudável e hoje está cada vez mais comprometida em garantir que cada profissional da sua equipe encontre um espaço de acolhimento, respeito e desenvolvimento contínuo. 

Na Sing, acreditamos que saúde mental é investimento: equipes saudáveis não apenas trabalham melhor, mas também constroem ambientes mais humanos, colaborativos e sustentáveis. 

Daniella Relva

Managing Partner

29/09/2025

 

Sing Comunicação - Agência de PR no Brasil, México e Latam, especializada em tecnologia, inteligência artificial, assessoria de imprensa, gestão de reputação de marcas e estratégias de mídia para empresas globais.

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